Dia 24/05/08, sábado de temperatura amena, marcado para as 21h30 acontece o XLII Steel Festival, com nível de público nem inferior nem superior ao da média dos festivais em Criciúma.
A primeira banda a subir no palco é a Mad Mind de Itapema-SC que xecuta um som calcado no Heavy Metal tradicional com algumas passagens e riffs, flertando com o Thrash e o Rock n Roll. O vocal é agressivo e energético, o baterista tem uma boa técnica e pegada, o baixo e a guitarra soam pesados e certeiros, talvez uma segunda guitarra adicione algo para a banda. Destilaram muitas de suas músicas próprias que agradaram o publico presente. Também tocaram covers de Bruce Dickinson e AC/DC. Por fim, um bom show e banda competente no que faz. Agora é torcer para que a banda entre em estúdio para mostrar e divulgar essas composições apresentadas.
Pela segunda vez no Steel Festival, a banda Ekimooth sobe ao palco para realizar seu Gothic/Black Metal de muita competência. O show da banda de Araranguá deixou muitos dos que não conheciam a banda boquiabertos com as musicas, com a fidelidade com que os covers foram realizados e até com a postura de palco da banda, fiel à de bandas consagradas no estilo.
A Ekimooth inicia o show com “Mourning Place” do Dimmu Borgir, fazendo os headbangers que estavam no clube União Mineira agitarem e “bangearem” muito. Outra música que levou o público a fazer uma “quebraceira” espetacular foi “Fear of The Dark”, do Iron Maiden tocada na versão da banda Graveworm.
A voz de Sammael Azvarth impressiona pela versatilidade e potência, a técnica do baterista Soturnus Blasters é coesa e com uma ótima pegada, as cordas não ficam atrás: o baixo de Launcelot Oleander e as Guitarras de Abadon e Trevhor Damphir disparam riffs agressivos e certeiros. Nos teclados, a banda conta com o excelente Lucas "O Barba Ruiva" que, com seus solos e climas, deixa tudo como tem que ser para uma banda nesse estilo. Para terminar a banda conta com a vocalista Lichen Moonwitch, que com sua doce voz contrastante com a de Sammael, fecha a formação da banda.
Com covers de Cradle of Filth, Moonspell, Luxúria de Lilith, Tristania, o já citado Dimmu Borgir e também com uma música própria recém gravada, a qual logo será divulgada, mostra que a banda veio para realmente ser importante no cenário do Sul do estado. Ótimo show e que a banda mostre suas novas composições logo para o público!
Luiz Gustavo Coelho
A partir deste ponto a resenha foi escrita por Marielle Monsani.
Logo em seguida, foi a vez dos “donos da casa”, os criciumenses da banda Night Wolf, que com muito Thrash Metal, mantiveram durante todo o seu show uma enorme sintonia com o público. Além do carisma e irreverência, fez-se notar a grande qualidade dos músicos. Com um vocal forte e guitarra de riffs pesados, Marcelo Martins faz a linha de frente com a guitarra de Luiz Gustavo, mostrando que, além de peso, a banda conta com solos muito bem elaborados. No baixo, Darlan Fernandes mostra serviço em mais uma ótima apresentação. Marcando pesado, o baterista Gustavo mostra grande pegada e criatividade na execução das músicas.
Dando de presente para o público uma prévia de seu álbum, “Help-me”, que tem lançamento previsto para final de 2008, a banda apostou em “Hate”, “Still My Heart I Pray” e um medley de sua primeira gravação: o CD-Demo “Slaves Of Themselves” para iniciar o show e colocar os headbangers em ação.
A intro de “Beat it” de Michael Jackson prova que irreverência é com eles. Golden Age (Kreator) e Slave New World (Sepultura), mantiveram o ótimo nível do show quando mescladas com outras músicas próprias. Para finalizar e confirmar a grande apresentação, um medley com clássicos como “Hellowed be Thy Name”, “Violent Revolution”, “Creeping Death” e “South of Heaven”, que fizeram o clube União Mineira estremecer.
A quarta e última banda, Morpture, de Florianópolis, não pode apresentar-se devido a problemas pessoais dos integrantes. Ficamos aguardando o seu pesado e “sanguinário” Death Metal em uma próxima oportunidade.
Enfim, por último, mas não menos importante, os também criciumenses da banda Warmagedoom, subiram ao palco e mostraram porque são reconhecidos em todo sul, mostrando o ótimo som que fazem. Executando músicas próprias de qualidade, como “Anihellation of Gods”, “Master of Revenge”, “Mindless Tirany” e “Conqueror”, Ivan Tyrant mostra grande competência nos vocais, que nos remete a grandes influências como Deicide.
As poucas músicas e o pouco tempo de preparo, devido ao show de última hora não abalou e nem prejudicou a banda, que chegou destilando o mais tradicional do Death Metal. A entrada dos dois novos integrantes nos mostra que a banda promete uma boa surpresa para o público, já que preparam, um CD-Demo com gravações próprias. Ticão, novo nas guitarras, agita com seu arsenal de riffs, traços característicos do mais puro death metal e Thiago em sua estréia detona nas baquetas, agradando o público presente e fechando com chave de ouro o XLII Steel Festival.
Marielle Monsani
A primeira banda a subir no palco é a Mad Mind de Itapema-SC que xecuta um som calcado no Heavy Metal tradicional com algumas passagens e riffs, flertando com o Thrash e o Rock n Roll. O vocal é agressivo e energético, o baterista tem uma boa técnica e pegada, o baixo e a guitarra soam pesados e certeiros, talvez uma segunda guitarra adicione algo para a banda. Destilaram muitas de suas músicas próprias que agradaram o publico presente. Também tocaram covers de Bruce Dickinson e AC/DC. Por fim, um bom show e banda competente no que faz. Agora é torcer para que a banda entre em estúdio para mostrar e divulgar essas composições apresentadas.
Pela segunda vez no Steel Festival, a banda Ekimooth sobe ao palco para realizar seu Gothic/Black Metal de muita competência. O show da banda de Araranguá deixou muitos dos que não conheciam a banda boquiabertos com as musicas, com a fidelidade com que os covers foram realizados e até com a postura de palco da banda, fiel à de bandas consagradas no estilo.
A Ekimooth inicia o show com “Mourning Place” do Dimmu Borgir, fazendo os headbangers que estavam no clube União Mineira agitarem e “bangearem” muito. Outra música que levou o público a fazer uma “quebraceira” espetacular foi “Fear of The Dark”, do Iron Maiden tocada na versão da banda Graveworm.
A voz de Sammael Azvarth impressiona pela versatilidade e potência, a técnica do baterista Soturnus Blasters é coesa e com uma ótima pegada, as cordas não ficam atrás: o baixo de Launcelot Oleander e as Guitarras de Abadon e Trevhor Damphir disparam riffs agressivos e certeiros. Nos teclados, a banda conta com o excelente Lucas "O Barba Ruiva" que, com seus solos e climas, deixa tudo como tem que ser para uma banda nesse estilo. Para terminar a banda conta com a vocalista Lichen Moonwitch, que com sua doce voz contrastante com a de Sammael, fecha a formação da banda.Com covers de Cradle of Filth, Moonspell, Luxúria de Lilith, Tristania, o já citado Dimmu Borgir e também com uma música própria recém gravada, a qual logo será divulgada, mostra que a banda veio para realmente ser importante no cenário do Sul do estado. Ótimo show e que a banda mostre suas novas composições logo para o público!
Luiz Gustavo Coelho
A partir deste ponto a resenha foi escrita por Marielle Monsani.
Logo em seguida, foi a vez dos “donos da casa”, os criciumenses da banda Night Wolf, que com muito Thrash Metal, mantiveram durante todo o seu show uma enorme sintonia com o público. Além do carisma e irreverência, fez-se notar a grande qualidade dos músicos. Com um vocal forte e guitarra de riffs pesados, Marcelo Martins faz a linha de frente com a guitarra de Luiz Gustavo, mostrando que, além de peso, a banda conta com solos muito bem elaborados. No baixo, Darlan Fernandes mostra serviço em mais uma ótima apresentação. Marcando pesado, o baterista Gustavo mostra grande pegada e criatividade na execução das músicas.
Dando de presente para o público uma prévia de seu álbum, “Help-me”, que tem lançamento previsto para final de 2008, a banda apostou em “Hate”, “Still My Heart I Pray” e um medley de sua primeira gravação: o CD-Demo “Slaves Of Themselves” para iniciar o show e colocar os headbangers em ação.A intro de “Beat it” de Michael Jackson prova que irreverência é com eles. Golden Age (Kreator) e Slave New World (Sepultura), mantiveram o ótimo nível do show quando mescladas com outras músicas próprias. Para finalizar e confirmar a grande apresentação, um medley com clássicos como “Hellowed be Thy Name”, “Violent Revolution”, “Creeping Death” e “South of Heaven”, que fizeram o clube União Mineira estremecer.
A quarta e última banda, Morpture, de Florianópolis, não pode apresentar-se devido a problemas pessoais dos integrantes. Ficamos aguardando o seu pesado e “sanguinário” Death Metal em uma próxima oportunidade.
Enfim, por último, mas não menos importante, os também criciumenses da banda Warmagedoom, subiram ao palco e mostraram porque são reconhecidos em todo sul, mostrando o ótimo som que fazem. Executando músicas próprias de qualidade, como “Anihellation of Gods”, “Master of Revenge”, “Mindless Tirany” e “Conqueror”, Ivan Tyrant mostra grande competência nos vocais, que nos remete a grandes influências como Deicide.
As poucas músicas e o pouco tempo de preparo, devido ao show de última hora não abalou e nem prejudicou a banda, que chegou destilando o mais tradicional do Death Metal. A entrada dos dois novos integrantes nos mostra que a banda promete uma boa surpresa para o público, já que preparam, um CD-Demo com gravações próprias. Ticão, novo nas guitarras, agita com seu arsenal de riffs, traços característicos do mais puro death metal e Thiago em sua estréia detona nas baquetas, agradando o público presente e fechando com chave de ouro o XLII Steel Festival.Marielle Monsani
Resenha feita por: Luiz Gustavo Coelho e Marielle Monsani
Revisão: Carla Acordi
Fotos: Marcos Antônio Coelho




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